Frutos

Assim como gênios cristãos estão convertendo multidões desde o túmulo, também o maligno tem os seus na forma de legisladores, o evangelho é proposto, mas o mal imposto, e por isso que a forma do evangelho é o livro e a forma do mal é a lei.

Todo jurista, do advogado, ao juiz, ao procurador, depende de leis boas para que seu serviço produza bons frutos, mas com leis que atentam contra a vida, a família e a propriedade o serviço é na direção da destruição do que Deus criou, não importando o quão bem feito seja e o quão forçoso tenha sido. Isso se conclui sem sequer julgar o benefício exploratório do contribuinte em que recebem mais do que ele pode pagar para oprimí-lo: alegria do burocrata.

Clamam pela valorização de todas as áreas como analfabetos econômicos que acreditam que basta o governo imprimir suficiente dinheiro para dar um milhão para cada um que seremos todos ricos. Assim é crer que do gari ao juiz, basta a criação de privilégios custosos em todas as áreas para que a balança seja equilibrada.

Assim fazendo, o mundo confunde os cristãos que crendo fazer o bem, fazem o mal. Tentando ser ordeiros em uma ordem revolucionária, acabam desordeiros aos olhos de Deus. Assim sob a bela linguagem de direitos humanos os homens ganharam liberdade para fazer oposição aos direitos naturais, transformando a ciência jurídica em ciência politica, trocando a verdade pela busca de apetites, na expectativa de recriar o mundo sem Deus alimentando o pecado.

Nem a advocacia se salva quando atrelada a uma organização criminosa, e também mentirosa pois da sua existência não depende a existência da profissão. E o que dizer de uma corte cujo próprio partido-príncipe nunca escondeu que elege cabos eleitorais para julgar seus corruptos?

Que Deus seja mais amável que um bom emprego na área jurídica, é preferível o pouco com justiça que o muito com injustiça. O leque jurídico é comumente chamado grande, mas o caminho da salvação é estreito.

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