Drama

Que um pagão tenha uma drama sentimental com a figura de Jesus pois esteve em conflito militar com crusados é compreensível, mas soa irracional o desamor de um indivíduo com a própria alma em sacrificá-la por vãs causas políticas e isso não será aliviado no último dia. Há demasiado radicalismo por causas diminutas do progressismo imperialista americano em solo brasileiro: a maior objeção à religião não é aparentemente religiosa, mas a religião política.

Rejeitar o sacrifício da cruz de Cristo por um papel assinado entre pessoas do mesmo sexo não é estupidez, é imoral. Evangelistas tomem nota, pois a politização da alma é maior impeditivo à salvação que o próprio diabo, que devido à tantos homens maus, está de folga.

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