Genocídio

162087308Do sangue do último palestino o Hamas pretende eliminar o último judeu da face da terra, contudo, é Israel que segundo a mídia tem planos genocidas. A segunda guerra ensinou lições que queremos varrer para debaixo do tapete, que Hitler usou crianças para defender Berlim, que os japoneses estavam conclamando os seus civis à morte, e nada disso na época parou o avanço aliado e nem a recém-aniversariante bomba atômica, e foi graças ao triunfo aliado e à bomba, que a nação germânica e a nação japonesa foram salvas de desaparecer da face da terra com seus maus líderes. Com os padrões de hoje, o Eixo teria facilmente vencido.

Assim é a nação palestina, a idéia de que não há civis não é israelense, mas do hamas, crianças são usadas como soldados-bomba e escudos de guerra assim como civis. Israel tem uma decisão análoga aos dos aliados em mãos: na apatia das nações árabes terá de salvar os palestinos mesmo que tenha que enfrentar a impopularidade de decisões difíceis. Quanto mais rápido Israel terminar o serviço de eliminar o Hamas e acabar com a guerra, tendo que aceitar como efeito colateral um número finito de casualidades civis, mais rápido pavilhará segurança às futuras gerações dos árabes palestinos, que não terão de continuar sendo lançados à morte geração após geração numa guerra infinita. O pacifismo revela-se ser a ideologia mais homicida do nosso tempo.

Extremistas judeus aparecem, pois ter sido abandonado para morrer pelas nações amigas dá à mais insana das idéias algum instinto de razoabilidade, mas há alguma esperança que o judeu, que experimentou do mal por toda a sua história (coisa que nenhum evangélico fantasiado teve a honra), faça a coisa certa até o fim.

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