Ninfomania

Há uma pequena superioridade na prostituição quando comparada ao incentivo cultural à ninfomania brasileira cultivada pelo mal do feminismo, afinal a prostituta impede os avanços masculinos quando este não envolve uma determinada quantia de dinheiro, a venda do próprio corpo ainda é superior à dá-lo sem exigir algum esforço laboral, barateando-o a preço de ar.

Se a prostituição original era religiosa, realizada em templos em adoração à deuses da fertilidade, o ídolo agora é outro, banhado em fetiche. A veneração feminista à prostitutas como algum modelo de virtude não deixam de ter alguma razão quando se compara às mulheres que compõem seus filões envolvidas num tipo pior de prostituição: a gratuita.

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