Próprias Mãos

A esquerda se dói com a superreação da vítima porque sente afinidade com aquele que para ela, faz justiça com as próprias mãos: o assaltante, ao concretizar o sonho igualitário da redistribuição de renda. De fato, a mini-revolução do assaltante é a mesma de vários guerrilheiros que a esquerda admira exatamente porque buscaram a justiça com as próprias mãos, e esta é muito mais digna do que esse estorvo no caminho desse sonho em comum, que é a vítima, escravizada pelo esquerdismo do governo, sob insultos de “coxinha” para mantê-la inferior, e violada pelo crime.

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