Teatro

Um presente sempre será bem embalado sendo um presente bom ou ruim, o pecador realmente aproveitou-se da mídia, que aprendeu a usar de artifícios teatrais afim de educar emocionalmente seu público, assim o progressismo caminha pela via da educação pela propaganda, submersos no politicamente correto, de apelo à apelo ao coração corrupto que trocou o amor à Deus pelo amor ao pecado. Os anti-capitalistas que amam propagandas do governo e detestam a propaganda de marcas, se regozijam do novo instrumento que encontraram para influenciar a sociedade.

Na cena a qual aguardavam desde o princípio deram os mesmos retoques que dariam a um casal heterossexual sendo apenas trocadas as figuras centrais, os que já estavam acostumados à barbárie heterossexual já não tinham barreiras que podiam denunciar alguma diferença, quanto mais de valores, restou-lhes ceder ou demonstrar injusta indignação por valores e motivos errados. Finalmente, deram um golpe no espantalho da homofobia os heróis carentes de vilões, a sociedade mais uma vez cedeu ao emocionalismo irracional, mas acordará ainda sendo acusada de homofobia: o espantalho é de mentira, mas as pessoas que apanham são reais.

A realidade dando lugar à ficção, as consequências serão anos de desencontros com o mundo real, causando ainda mais confusão no dia a dia do brasileiro que, não afirmando sua inteligência individual deixa-se levar pela superficialidade da mentalidade coletiva, o esquerdista é o que mais se aproveita da arma política da ignorância. O amor, trocado pelo desejo carnal já estava vítima muito antes, mas antes dele a falsa piedade entocada com música emotiva (bem parodiada) o que deu acesso à cretinice da caridade governamental, a música apelativa do axé aos domingos originou a demência do funk que morrerá como toda moda anterior, originando cria pior, e assim, a realidade, única oponente à ideologia da esquerda vai sendo esquecida. A cena, distorcendo o relacionamento que dá origem ao casamento, criado pelo desejo altruísta da procriação e manutenção da espécie, é uma das pequenas tentativas de assassinar a humanidade em sua natural essência, e disso ri-se os tolos que acreditam que a humanidade é imortal, sendo material.

Triste é, sim, que muitos esforçosos de compreender a realidade imaginam que a cosmovisão das pessoas são formada por livros, saberem que a opinião moral da maioria é formada por novelas, já era esperado: preguiça nunca dá bom fruto, e o brasileiro não é famoso por outra coisa.

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