Ponte

O problema do socialismo não é sua impraticabilidade, países ricos realmente podem concluí-lo à despesa de coisas mais úteis, mas países ricos tem algo que países pobres não tem: ricos, e países pobres tem algo que países ricos não tem: pobres. O terceiro-mundista não percebe que correlação não é causa, e não percebe que os países que mais buscam prestar caridade governamental são os que menos tem contingente de necessitados, não por causa do governo, mas por ter já curada tal desigualdade pela geração de riqueza do livre mercado capitalista, assim o trote é passado adiante.

A festa escandinava deve ser hilária ao seus próprios olhos, ao bolar novas idéias filantrópicas afim de queimar dinheiro, vê-se imitada por todo o mundo cujo dinheiro é escasso. “Scandinavians has no morals”, o ídolo político das neves tem preferido liderar as economias pobres com a sua destruição ao invés de investir em sua própria capacidade de produzir riquezas, já seria de bom tamanho se em vez dessas políticas, usassem tal criatividade para renovar tecnologias, ao fim, a história nos remeterá à Apple ter enriquecido a humanidade com invenções mirabolantes, mas qual indústria escandinava será lembrada além da de relógios?

Mas quem sabe no fundo já estão avançados? Afinal, destruir potenciais competidores com trabalho dando-lhes a chance de competir no certame do mérito é mais difícil que fazê-los pular da ponte sem paraquedas.

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