“Intimidade”

Casos como o de exposição da “intimidade” ganha comoção nacional afim de virar mais um contorno legislativo controlando a única liberdade que nos resta, risivelmente: a virtual. “Intimidade” pois o ato gravado para a posterioridade é tão público quanto o seria se feito na praça, o fetichismo permite até mesmo agressões físicas graves, como no caso do sadomasoquismo de Armin Meiwes a seu parceiro homossexual, e de nenhuma forma o fetiche é inofensivo aos praticantes, especialmente os irresponsáveis, se é a culpa que aciona o desejo biológico, seria mais fácil atingir o orgasmo ao apertar a campainha e sair correndo. A questão razoável é se há fetiche em fazer o vídeo, não há o de assistir? Não é esta a razão primordial da audiência ter saído do controle? Então como somente um é tido como inocente se ambos estão entrelaçados?

Caberia ao são se perguntar: Mais uma vítima do moralismo sexual pela exposição pornográfica, ou da corrupção sexual ensinada pelo bombardeio cultural e universitária à aqueles que por serem demasiado jovens e imaturos, são impossibilitados psicologicamente de encarar tragédias da vida? Moralismo causa suicídio? Então há vítimas menos populares aos quais os defensores do sexo livre jamais falariam, pois no fundo confessam apenas defesa à imoralidade usando seus exemplos como mártires da causa sexual.

O Cristianismo ensina não o suicídio de Judas, mas o arrependimento de Pedro, tampouco é causa para haver filmagem e audiência pela “careta e carola” condenação da pornografia. É somente aqueles que removeram a expiação cristã que são culpados por becos sem saída, aqueles que fizeram da pornografia um ato libertário, no seu mundo pagão não há arrependimento, conviva com seus pecados até a morte, coisa que para os jovens é tempo em demasia e muitos não suportam. Viva os frutos de uma sociedade que deseja ser tão anti-cristã que não abre mão do seu vício sexual, que seu salário seja pago com justiça.

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