Identidade

Os conflitos sobre a moralidade de Jesus é explicada no seu viver segundo os ditados da eterna lei, longe de ser o amoralista tolerante que os modernos pintam, ele se guiou ao cumprí-la e pedir aos que o imitassem serem perfeitos, ao dizer “eu e o Pai somos Um” explica o quão politicamente incorreto Jesus seria na modernidade, pois a perfeita unidade de lei e vontade estava ali, ninguém o podia condenar porque eram todos criminosos segundo seu paradigma de vida, e esse era o seu grande revisionismo da lei por elevar o barra moral da sociedade judaica, e assim como o condenaram por não ser tolerante com os fariseus, o regime que reprimiria as atitudes de Jesus é também o repressor dos cristãos, um regime que não dá a liberdade de Jesus ser Jesus é um regime tirano.

Aqui o paralelo entre lei e identidade, o cristão é livre por não só seguir a lei sem necessidade de positivação, mas responde na criação do governo a separação de ímpios e justos, onde o fato da moralidade individual se transmitir para a sociedade pela positivação, que a política cristã favorece a liberdade cristã em direto conflito com a liberdade ímpia seria hipocrisia se o tolerante não fizesse o mesmo, ao adotar seu estilo de vida indiferente na geração de leis, proibindo qualquer outra noção individual de moralidade oprimí-lo.

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